O próximo jogo do Brasil neste domingo (5) contra a Noruega tem tudo para ser o mais tenso até agora, e motivos não faltam. No mata-mata pelas quartas, temos pela frente a única equipe que a Seleção Brasileira nunca conseguiu vencer e que conta com grandes nomes, como a estrela do time Erling Haaland e o habilidoso Antonio Nusa, o “Neymar Noruega”.
Para completar, os escandinavos chegam embalados por uma comemoração forte e simbólica: a remada viking. Inspirada nos antigos barcos nórdicos, a coreografia reúne jogadores e torcedores após cada vitória e acabou se transformando em um dos principais símbolos da Copa 2026.
História da remada viking
Apesar da aparência histórica, a remada viking é uma criação recente. A coreografia foi idealizada pelo professor e torcedor Ole Frøystad, integrante da principal torcida organizada da seleção norueguesa, com a proposta de criar um símbolo próprio para acompanhar o time durante o Mundial.
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O ritual é simples, mas bem organizado. Torcedores e jogadores se sentam em sequência, movimentam os braços como se remassem uma embarcação e acompanham o ritmo de um tambor. O grito “Ro!”, que significa “remar” em norueguês, marca o compasso da celebração.
Além de representar o passado do país fazendo referência aos famosos barcos vikings, a coreografia transmite a ideia de união. Uma embarcação só chega ao destino quando todos remam na mesma direção e com o mesmo ritmo.
Em poucos dias, a comemoração deixou os estádios da Copa. Ela já foi reproduzida por milhares de torcedores nas ruas, em estações de metrô, na Times Square, em Nova York, e até durante uma sessão do Parlamento norueguês, tornando-se uma demonstração de apoio à seleção.
Por que a Noruega chega embalada para enfrentar o Brasil
O bom momento da Noruega vai além da festa nas arquibancadas. A classificação sobre a Costa do Marfim colocou a equipe novamente diante do Brasil em um duelo cercado de expectativa.
O principal nome da seleção é Erling Haaland, um dos maiores atacantes do futebol mundial. Ao seu lado está Antonio Nusa, atacante de 21 anos conhecido pela velocidade, pelos dribles e pela criatividade, características que lhe renderam o apelido de “Neymar da Noruega”.
O histórico do confronto também chama atenção. Em quatro partidas entre as seleções principais masculinas, a Noruega soma duas vitórias e dois empates. O resultado mais marcante foi o triunfo por 2 a 1 na fase de grupos da Copa do Mundo de 1998, último encontro entre os dois países em Mundiais.


