Afinal, metade das oito músicas do álbum – “Abalo psicológico”, “Da minha natureza”, “O vento” e “Vivão e vivendo” – já tinha sido apresentada recentemente no EP “O que sobrou das pequenas grandes coisas” (2026), lançado pelo cantor e compositor em 24 de abril, ou seja, há menos de quatro meses. Qual o sentido de reciclar essas quatro músicas em espaço de tempo tão curto?


