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Home » O que fez Rebeca Andrade desistir de largar a ginástica – 28/01/2025 – Você viu?
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O que fez Rebeca Andrade desistir de largar a ginástica – 28/01/2025 – Você viu?

RedaçãoBy Redaçãojaneiro 28, 2025Nenhum comentário9 Mins Read
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O que fez Rebeca Andrade desistir de largar a ginástica – 28/01/2025 – Você viu?
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BBC News Brasil

Depois de conquistar medalha de ouro no individual geral nos Jogos de Paris, a ginasta mais premiada de todos os tempos, a americana Simone Biles, confessou aos repórteres que acompanhavam a coletiva de imprensa depois da prova que uma adversária em particular a tinha deixado nervosa.

“Estou cansada, ela está perto demais”, disse Biles, referindo-se à brasileira Rebeca Andrade, prata na competição.

“Nunca ninguém chegou tão perto, então isso realmente me deixou alerta e tirou a melhor atleta de dentro de mim. Estou tão empolgada e orgulhosa por competir com ela – mas estou ficando desconfortável, pessoal”, disse, com um sorriso.

Corta para três dias depois. Após o mundo assistir da ponta do sofá o olhar concentrado de Rebeca enquanto esperava sua vez de competir na prova de salto que lhe rendeu outra prata, uma repórter perguntou o que passava pela cabeça dela naquele momento.

“Ah, eu estava viajando na maionese. Eu estava pensando nas receitas que eu vou fazer quando eu voltar para o Brasil”, respondeu, com uma risadinha.

“Tinha um que era com batata e queijo, frango… Tem bolo, cookie, um monte de coisa.”

O vídeo viralizou instantaneamente.

“Eu tinha ido dormir no dia anterior assistindo vídeo de receita, aquilo ainda tava na minha cabeça”, ela relembra, três meses depois, à BBC News Brasil.

A reportagem foi ao Rio de Janeiro conversar com a ginasta, uma das três brasileiras na lista das 100 mulheres mais influentes da BBC, a BBC 100 Mulheres.

Era um sábado quando Rebeca apareceu para a entrevista em um hotel na Barra da Tijuca entre um compromisso e outro.

Tinha acabado de voltar do México, para onde tinha viajado a convite da marca Carolina Herrera para assistir ao desfile da coleção resort 2025 da marca e embarcava naquela tarde para São Paulo para gravar com as colegas de seleção uma campanha para uma varejista de moda.

Nos últimos meses, a atleta vem conciliando a rotina rigorosa de treinos com uma agenda de eventos concorrida, entre gravações de comerciais e sessões de fotos para revistas.

Ela diz gostar desse mundo, mas as prioridades são claras: “A ginástica vem primeiro. Sempre vem”.

Navegando altos e baixos

Rebeca tem uma voz doce inconfundível e está sempre dando risada.

Foi assim que, logo após ganhar um ouro histórico no solo em Paris e Biles e a também americana Jordan Chiles se curvarem em reverência a ela no pódio, que Rebeca contou que, em vez das receitas, daquela vez tinha maratonado a série Grey’s Anatomy na noite anterior à prova e sonhado que era uma cirurgiã.

Como alguém consegue conter a ansiedade em uma situação de pressão como uma Olimpíada?

“Foi uma longa jornada”, ela diz à BBC News Brasil.

Qualquer cronologia mais superficial da carreira da ginasta é uma janela para o percurso que a tornou sinônimo de resiliência mental aos 25 anos.

Rebeca começou na ginástica aos 4 anos de idade, na periferia de Guarulhos, onde a mãe trabalhava em dois empregos para sustentar os oito filhos.

Quando apareceu a oportunidade de treinar profissionalmente, aos 10 anos, ela mudou-se para Curitiba, no Paraná.

Sofreu três lesões graves no joelho direito, dessas com potencial para encerrar a carreira de um atleta, que a impediram de treinar por oito meses a cada vez.

Mas se recuperou, voltou a competir – e se tornou a atleta com maior número de medalhas olímpicas do Brasil.

São seis: duas de ouro, três de prata e uma de bronze; quatro delas conquistadas nos Jogos de Paris em 2024 – as outras duas, na Olimpíada de Tóquio.

Ela é, claro, protagonista da própria história, mas faz questão de lembrar que nunca caminhou sozinha.

Na conversa com a reportagem, são reiteradas as referências à equipe, às colegas da seleção brasileira de ginástica, à família e à sua espiritualidade enquanto passeia pelos altos e baixos da vida e da carreira.

A psicologia, por exemplo, proporcionou muitas das ferramentas que ela usa dentro do ginásio – a melhor maneira de respirar, como pensar rápido quando precisa, manter o corpo firme, sem tremer- e fora.

Rebeca é acompanhada pela mesma psicóloga desde os 13 anos e recentemente virou aluna do curso de psicologia em uma universidade particular no Rio.

“Com ajuda da minha psicóloga, a Aline (Wolff), eu fui conhecendo mais sobre o meu corpo, entendendo as coisas que funcionavam para mim, colocando as minhas prioridades e fazendo muitos exercícios para conseguir me entender e me conhecer”, conta a ginasta.

“Acho que levei 11 anos para conseguir colocar tudo em prática, e agora, com 13 anos já de terapia, as coisas continuam fluindo, sabe?”

O acompanhamento foi fundamental para que ela superasse o trauma da segunda lesão no joelho, quando estava decidida a abandonar o esporte e não conseguia trocar uma palavra sobre o que tinha acontecido.

Romper o ligamento anterior cruzado do joelho é coisa séria. Mas, quando aconteceu com ela pela primeira vez, o choque tinha sido menor. Rebeca tinha apenas 16 anos: “O medo era mais de que eu não seria tão boa quanto era antes, sabe?”.

Ao se ver exatamente na mesma situação dois anos depois, em 2017, ela travou.

“Não conseguia falar, estava realmente traumatizada. Não acreditava que estava acontecendo de novo… Era um ano em que eu estava muito bem, e ia ser o meu primeiro Mundial.”

Foi tirada do silêncio pela psicóloga, que soltou um contundente “Vamos acordar, a gente precisa falar sobre isso” e conseguiu dar início ao processo que permitiu que ela voltasse a ser ginasta.

“Eu tinha que falar, que colocar para fora… E a única pessoa que poderia tirar isso de mim era ela mesmo.”

Outra figura central da história é a mãe da atleta, dona Rosa, que, como conta Rebeca, apesar da rotina cansativa de trabalho como empregada doméstica, sempre fez questão de estar presente na vida dos filhos, de lhes fortalecer a autoestima e passar os valores que julgava importantes.

“A alegria vem da minha mãe todinha, que sempre vê o lado positivo das coisas, mesmo nos momentos muito difíceis”, conta.

“Ela não via as coisas como sofrimento, então a gente também não via dessa forma – a gente tava junto, e ela sempre dava um jeito para resolver as coisas”, continua.

“As pessoas dizem que eu e meus irmãos somos muito parecidos. É todo mundo muito alegre, a gente respeita muito, quer ver todo mundo bem, quer ajudar… E eu acho que é porque a gente foi criado assim – a gente sempre se ajudou, então é fácil para a gente querer ajudar o próximo também.”

Rebeca diz que foi graças à dona Rosa que ela conseguiu sair de casa aos 10 anos com uma maturidade que fez a diferença em um esporte em que muitas meninas começam cedo, estão com frequência longe de suas famílias e, por isso, vulneráveis.

“Minha mãe confiava nos técnicos, mas ela também sabia que eu contaria qualquer coisa pra ela, independentemente do que fosse, bom ou ruim”, diz Rebeca.

“Ela me criou para isso, para falar, para ter boca, e eu usava minha boca.”

Em um caso que chocou os Estados Unidos, um médico da seleção americana de ginástica foi condenado à prisão por abuso sexual em 2018 após o testemunho de 156 mulheres, entre elas atletas da equipe.

No Brasil, um técnico de ginástica foi condenado em 2022 por estupro de vulnerável contra quatro vítimas e atualmente recorre em liberdade.

Rebeca acredita que, em lugares como os Estados Unidos, onde há muitos atletas de alto rendimento na ginástica e a concorrência por uma vaga na seleção é acirrada, os casos de abusos às vezes demoram a vir à tona, porque algumas meninas têm medo de se manifestar, sofrer represálias e serem cortadas da equipe.

“É horrível.”

Ela pensa que um dos caminhos para proteger os atletas é ter profissionais qualificados capazes de identificar sinais de abuso e pessoas nos níveis mais altos da hierarquia abertas a “escutar”.

“Tem muita gente que não acredita na palavra de criança, do adolescente. Não sabe? Vai apurar os fatos”, argumenta.

“Não, dá gente, você conhece uma pessoa traumatizada. Você consegue perceber a diferença de uma pessoa que passa por alguma pessoa daquela que nunca passou.”

A única crise de ansiedade

Na trajetória pela saúde mental, ela recorda de uma única crise de ansiedade. O pivô foi a terceira lesão no joelho, desta vez no meio do campeonato brasileiro.

Antes da ressonância, Rebeca já sabia que tinha se machucado. Já tinha chorado copiosamente e inclusive ligado para a mãe avisando que ia largar a ginástica, pedindo que um tio caminhoneiro viesse buscar as coisas dela no Rio para levar a São Paulo.

De volta ao hotel, foi tomada pela ansiedade e, sozinha, passou por um momento “muito difícil”.

“Eu acho que precisava viver aquilo ali, sabe, sozinha mesmo, para entender a força que eu tinha.”

Quando Lorrane Oliveira, sua colega de quarto e de seleção, voltou, já a encontrou “plena”, como ela gosta de dizer, fazendo graça.

Mas, horas depois, tarde da noite, Rebeca acordou de repente, com um nó na garganta.

Ao mesmo tempo, pensou na amiga, que ia competir no dia seguinte e precisava descansar.

“Aí eu chorava assim, sabe, baixinho, só que eu não conseguia segurar direito. Em pensamento eu falava assim: ‘Deus, eu só queria um abraço. Eu só queria me sentir acolhida’.”

Foi quando ela sentiu a amiga sentando no cantinho da cama.

“Foi o melhor abraço que eu já ganhei na vida. Eu fico até arrepiada, porque foi muito espiritual para mim. E ali eu tive a certeza de que não estava na minha hora de parar, de que eu ia voltar”, ela conta.

As atletas da seleção brasileira de ginástica são muito unidas. Elas pegam carona umas com as outras para os treinos, saem juntas e se apoiam quando a vida aperta. Rebeca em especial adora encaminhar memes, muitos.

Um de seus momentos favoritos das Olimpíadas de Paris é o pódio da competição por equipes, o primeiro bronze do Brasil nessa categoria e um momento de celebração que ela pode compartilhar com as colegas.

O outro, claro, é a medalha de ouro no solo. Não apenas porque a melhor de todos os tempos se curvou em reverência a ela.

“Depois eu dei um abraço incrível na minha mãe. Eu estava muito feliz que ela estava lá, super emocionada, super orgulhosa.”


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