O governo Lula comemorou abertamente a troca na relatoria do caso Master no Supremo Tribunal Federal, de Dias Toffoli para André Mendonça.
Além de entender que Toffoli não tinha mais condição política de permanecer na função e de avaliar que Mendonça fará um trabalho mais sério, os aliados do presidente veem também um ganho de imagem.
Toffoli, embora tenha se distanciado de Lula nos últimos anos, ainda é fortemente identificado com seu governo e com o PT, partido do qual foi assessor jurídico.
Assim, as críticas a ele pela condução do caso acabavam respingando também no governo. Por outro lado, Mendonça foi nomeado pelo ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), o que, na visão de um petista, muda de lado o ônus por eventuais problemas.
LINK PRESENTE: Gostou deste texto? Assinante pode liberar sete acessos gratuitos de qualquer link por dia. Basta clicar no F azul abaixo.
sua assinatura pode valer ainda mais
Você já conhece as vantagens de ser assinante da Folha?
Além de ter acesso a reportagens e colunas, você conta com newsletters exclusivas (conheça aqui).
Também pode baixar nosso aplicativo gratuito na Apple Store ou na Google Play para receber alertas das principais notícias do dia.
A sua assinatura nos ajuda a fazer um jornalismo independente e de qualidade. Obrigado!
sua assinatura vale muito
Mais de 180 reportagens e análises publicadas a cada dia. Um time com mais de 200 colunistas e blogueiros. Um jornalismo profissional que fiscaliza o poder público, veicula notícias proveitosas e inspiradoras, faz contraponto à intolerância das redes sociais e traça uma linha clara entre verdade e mentira. Quanto custa ajudar a produzir esse conteúdo?
ASSINE POR R$ 1,90 NO 1º MÊS

















