Lideranças do PSB têm comemorado a decisão de Fernando Haddad (PT) de sair candidato ao governo de São Paulo e avaliam que a pressão sobre Geraldo Alckmin (PSB) cai drasticamente.
O ministro da Fazenda ainda não confirmou a pré-candidatura oficialmente, mas interlocutores do petista dizem que a decisão está tomada.
A reação do partido do vice-presidente da República foi imediata. O PSB avalia, internamente, que a decisão de Haddad dá mais força para que Alckmin seja o vice de Lula novamente.
Se o ministro não saísse candidato, uma ala do PT defendia que Geraldo Alckmin assumisse a vaga ao governo de São Paulo. Os colegas de partido do vice, no entanto, refutavam a ideia.
No cenário atual, uma liderança do partido avalia que as chances de Alckmin ser o vice são superiores a 90%. Outra fonte disse, sob reserva, que as coisas estão “caminhando para o que se esperava”.
Dirigentes e parlamentares do PSB não veem espaço nem mesmo a uma candidatura ao Senado. A avaliação é que os nomes já estão postos: das ministras Simone Tebet (MDB) e Marina Silva (Rede).
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