Close Menu
portalnardelazuoz.com.brportalnardelazuoz.com.br
  • Home
  • Notícias
  • Celebridades e TV
  • Economia
  • Saúde
  • Política
  • Moda
  • Tecnologia
  • Entretenimento
  • Esporte
  • Futebol
Facebook X (Twitter) Instagram
Facebook X (Twitter) Instagram Vimeo
portalnardelazuoz.com.brportalnardelazuoz.com.br
Subscribe Login
  • Home
  • Notícias

    Governo pede a Alcolumbre que instale comissão sobre MP das Blusinhas

    agosto 11, 2026

    Ações europeias fecham estáveis com otimismo em relação a balanços

    agosto 11, 2026

    Pediatras se manifestam contrários à redução da maioridade penal

    agosto 11, 2026

    Flipelô reúne 330 mil pessoas e bate recorde de público

    agosto 11, 2026

    Dólar hoje sobe 1% após IPCA acima do esperado e pesquisa eleitoral

    agosto 11, 2026
  • Celebridades e TV
  • Economia
  • Saúde
  • Política
  • Moda
  • Tecnologia
  • Entretenimento
  • Esporte
  • Futebol
portalnardelazuoz.com.brportalnardelazuoz.com.br
  • Formulário de Contato
  • Sobre nós
  • Política de privacidade
Home » Alunos do Pedro II pedem aulas para enfrentar a violência de gênero
Notícias

Alunos do Pedro II pedem aulas para enfrentar a violência de gênero

RedaçãoBy Redaçãomarço 10, 2026Nenhum comentário6 Mins Read
Facebook Twitter Pinterest LinkedIn Tumblr WhatsApp VKontakte Email
Alunos do Pedro II pedem aulas para enfrentar a violência de gênero
Share
Facebook Twitter LinkedIn Pinterest Email


O estupro coletivo sofrido por uma aluna do Colégio Pedro II, no Rio de Janeiro, reflete a necessidade de retomar uma educação clara sobre a violência cometida em função do gênero das vítimas e sobre educação sexual. A avaliação é dos estudantes que protestaram nesta terça-feira (10), em frente à reitoria da escola, na zona norte da cidade, cobrando medidas em defesa da vida das mulheres.

Além do crime sexual que veio a público nas últimas semanas, a Polícia Civil investiga mais dois casos de estudantes do Pedro II atacadas por integrantes do mesmo grupo envolvido no estupro coletivo, entre eles, um adolescente. Ele é apontado como mentor das “emboscadas”.


Rio de Janeiro (RJ), 10/03/2026 – A estudante do Colégio Pedro II Ana Belarmino fala em protesto contra assédio sexual e silêncio institucional em frente à reitoria, em São Cristóvão, após caso de estupro coletivo envolvendo alunos. Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil
Rio de Janeiro (RJ), 10/03/2026 – A estudante do Colégio Pedro II Ana Belarmino fala em protesto contra assédio sexual e silêncio institucional em frente à reitoria, em São Cristóvão, após caso de estupro coletivo envolvendo alunos. Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil

Estudante Ana Belarmino defende aulas sobre educação sexual na escola. Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil

Durante o ato organizado por seis grêmios estudantis, a porta-voz dos jovens, a estudante Ana Belarmino, chamou a atenção para uma declaração de uma das vítimas, em um primeiro momento, de dúvida, sobre a violência cometida contra si. Para Ana, esse é um sinal da necessidade de retomar as aulas sobre violência de gênero e a educação sexual nos bancos escolares.

“Se existisse, de fato, esse conhecimento, a gente não teria uma aluna sem saber se tinha sido abusada ou não”, avaliou a estudante, representante dos alunos do Pedro II.

Ana defendeu que os tópicos voltem urgentemente às salas de aula. “Precisamos ter alunas e alunos conhecendo os seus corpos e os tipos de violência sexual”, afirmou.

Para a estudante, o colégio, pressionado por setores da sociedade, silenciou esse debate. Ela citou, por exemplo, pressões de movimentos como o “escola sem partido”, que atacou o pensamento laico e crítico no Pedro II.

E lembrou que, em 2019, a escola chegou a ser invadida por parlamentares ligados ao atual partido União Brasil, buscando material didático com conotação política. Os legisladores não encontraram nenhum material criminoso e acabaram retirados do campus pela Polícia Federal.

“A gente sabe que certa educação precisa vir de casa. Mas não podemos ter movimentos reacionários que forçam um silenciamento do Colégio Pedro II sobre temas que implicam a sobrevivência ou não de mulheres”, disse a estudante. 


Rio de Janeiro (RJ), 10/03/2026 – O estudante do Colégio Pedro II Gabriel Pinho Leite Monteiro fala em protesto contra assédio sexual e silêncio institucional em frente à reitoria, em São Cristóvão, após caso de estupro coletivo envolvendo alunos. Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil
Rio de Janeiro (RJ), 10/03/2026 – O estudante do Colégio Pedro II Gabriel Pinho Leite Monteiro fala em protesto contra assédio sexual e silêncio institucional em frente à reitoria, em São Cristóvão, após caso de estupro coletivo envolvendo alunos. Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil

Gabriel Pinho Leite Monteiro pediu medidas de combate ao assédio moral e sexual. Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil

A necessidade de retomada de aulas e atividades sobre esses tópicos também foi uma reivindicação do estudante Gabriel Pinho Leite Monteiro. Presidente do grêmio do campus Humaitá, onde estudavam as vítimas e os criminosos, ele reforçou que adotar medidas de combate ao assédio moral e sexual “não tem nada a ver com doutrinação política”, disse. O jovem defendeu uma outra educação. 

“Precisamos que o espaço educacional seja direcionado a formar novos indivíduos, principalmente novos homens, que não violentem mais as mulheres. E isso só vai ser possível a partir de movimentos como este aqui, que cobrem essas medidas”, avaliou Gabriel, sobre o ato do Pedro II.

No Brasil, um conjunto de leis prevê que temas como gênero e educação sexual e reprodutiva sejam trabalhados com os jovens, como o Programa Saúde na Escola, do Ministério da Educação e a Base Nacional Comum Curricular (BNCC), um guia para os currículos escolares de todo o país. No entanto, alguns setores da sociedade alegam que abordar esses temas em sala estimula a atividade sexual precoce, mesmo estudiosos afirmando o contrário.

Política contra o assédio 

Na manifestação desta tarde, os estudantes do Pedro II também cobraram o colégio por não ter colocado em prática uma política contra o assédio, aprovada em 2025. Somente nesta segunda-feira (9), a reitoria criou, por norma interna, uma comissão para lidar com casos de assédios moral e sexual, além de importunação sexual, discriminações e racismo intramuros.


Rio de Janeiro (RJ), 10/03/2026 – A professora Priscila Bastos fala em protesto de estudantes do Colégio Pedro II contra assédio sexual e silêncio institucional em frente à reitoria, em São Cristóvão, após caso de estupro coletivo envolvendo alunos. Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil
Rio de Janeiro (RJ), 10/03/2026 – A professora Priscila Bastos fala em protesto de estudantes do Colégio Pedro II contra assédio sexual e silêncio institucional em frente à reitoria, em São Cristóvão, após caso de estupro coletivo envolvendo alunos. Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil

Professora Priscila Bastos (C) disse que a escola não está preparada para lidar com o assédio. Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil

A professora Priscila Bastos, que desde 2018 acompanha a pauta, representando o sindicato dos servidores, explicou que a escola não está preparada para lidar com o assédio. Mesmo entre servidores, as denúncias, quando encampadas, eram classificadas como “falta de urbanidade” e tratadas caso a caso, podendo uma apuração levar até dois anos.

Segundo ela, a reitoria criou entraves burocráticos institucionais para se esquivar do problema. 

“Fizemos vários acordos, propusemos mediação em relação à proposta do colégio, que era mais restrita, no entanto, a reitoria atrasou e somente ontem (segunda), véspera deste ato, tivemos uma aprovação integral da política que cria a comissão de combate a essas formas de violência”, explicou.

Para funcionar, ainda é necessário eleger os membros da nova comissão, que só depois vai estabelecer as regras de atendimento às vítimas e apuração de denúncias.

Preocupados, pais fazem análises semelhantes às dos professores e estudantes. O Coletivo Resistência, um grupo formado por responsáveis e ex-alunos, que surgiu em defesa da escola após a invasão por parlamentares, tem apoiado a criação de uma política ampla de combate e prevenção ao assédio no colégio. No entanto, crê que, para avançar, depende de apoio da sociedade, de maneira geral.

“O que acontece no Pedro II não é um caso isolado”, denuncia a representante, Maíra Arêas. Ela disse que violência contra meninas e mulheres encontra eco em todas as instituições de ensino, públicas ou privadas.

 “Tudo para eles (os críticos) é doutrinação (ideológica). A sociedade precisa dar um basta e, nesse caso, isso precisa vir de cima para baixo”, disse. Arêas citou, como uma alternativa, uma lei obrigando a discussão de temas como gênero, raça e sexualidades nas escolas.

“Precisamos de políticas públicas, como um todo, pensadas pelo Estado brasileiro, incluindo o Congresso e o Governo Federal”, disse a mãe.

A meta, segundo ela, é assegurar a proteção de meninas e meninos. “O machismo é a base do sistema capitalista e um modelo de dominação”.

A reitoria do Pedro II diz que o enfrentamento e prevenção de violências sempre foram temas tratados com seriedade e que, desde janeiro de 2026, faz ações de acolhimento, prevenção e apuração de condutas inadequadas de alunos ou servidores. 

“Não há silêncio institucional”, garantiu a instituição, em nota enviada à imprensa. “O tema é caro a toda comunidade escolar e sempre foi tratado com a devida seriedade pela gestão”, reforçou. 


Relacionado

Share. Facebook Twitter Pinterest LinkedIn Tumblr WhatsApp Email
Previous Article‘Antes ele longe do que eu num caixão’: mulher denuncia agressão | G1
Next Article Pedro II: Estudantes do Rio Exigem Educação Sexual e Gênero Após Ataques de Violência
Redação
  • Website

Related Posts

Governo pede a Alcolumbre que instale comissão sobre MP das Blusinhas

agosto 11, 2026

Ações europeias fecham estáveis com otimismo em relação a balanços

agosto 11, 2026

Pediatras se manifestam contrários à redução da maioridade penal

agosto 11, 2026

Flipelô reúne 330 mil pessoas e bate recorde de público

agosto 11, 2026
Leave A Reply Cancel Reply

JASMIRA IMÓVEIS – Venda, Compra e Administra
JASMIRA IMÓVEIS
INVESTIGADOR PROFISSIONAL 11 98806-4613
Top Posts

Check Out the Celebrities From the International Film Festival Awards 2023

janeiro 16, 2021

Harley Davidson: Bundle of Joy Crafted for Top Speed

janeiro 13, 2021
7.2

Review: 7 Future Fashion Trends Shaping the Future of Fashion

janeiro 15, 2021

Asimo Robot Unveils a New Tool For Simple Robot Programming

janeiro 14, 2021
Stay In Touch
  • Facebook
  • Twitter
  • Pinterest
  • Instagram
  • YouTube
  • WhatsApp
  • Telegram
Demo
  • Facebook
  • Twitter
  • Pinterest
  • Instagram
  • YouTube
  • WhatsApp
Sobre Nós
Sobre Nós

O Portal Nardel Azuoz nasce com o propósito de informar, inspirar e conectar pessoas por meio de conteúdos relevantes sobre lifestyle, tendências e atualidades. Nosso compromisso é entregar informação de qualidade, com uma abordagem moderna e acessível, pensada para quem busca estar sempre atualizado.

Our Picks

Arqueólogos chegaram ao fundo de um poço de 2.500 anos e encontraram dois esqueletos ao lado de misteriosas oferendas de bronze

agosto 11, 2026

Maricá alcança melhor resultado da história e lidera Ideb na região | G1

agosto 11, 2026

Governo pede a Alcolumbre que instale comissão sobre MP das Blusinhas

agosto 11, 2026
Most Popular

Check Out the Celebrities From the International Film Festival Awards 2023

janeiro 16, 2021

Harley Davidson: Bundle of Joy Crafted for Top Speed

janeiro 13, 2021
7.2

Review: 7 Future Fashion Trends Shaping the Future of Fashion

janeiro 15, 2021
portalnardelazuoz.com.br
Facebook X (Twitter) Instagram Pinterest
  • Formulário de Contato
  • Sobre nós
  • Política de privacidade
© 2026 I Portal Nardel Azuoz | Todos os direitos reservados. E-mail: redacao@redebcn.com.br

Type above and press Enter to search. Press Esc to cancel.

Sign In or Register

Welcome Back!

Login to your account below.

Lost password?