“Não por acaso, não existem ali plantações de figo, goiaba ou qualquer outra lavoura – justamente em uma cidade conhecida como Capital do Figo Roxo e a maior produtora de goiaba in natura do Brasil, onde a agricultura é uma tradição histórica. Além disso, qualquer atividade agrícola depende de água. Hoje, a permanência das famílias no local já depende de caminhões-pipa fornecidos pelo município, o que demonstra a falta de infraestrutura hídrica da área. Isso levanta uma questão inevitável: quem vai arcar com os custos permanentes para sustentar esse assentamento? Porque, na prática, a conta acaba recaindo sobre o município”, completou Franklin.



















