“O pessoal começou a gritar muito, desesperadamente, todo mundo rezando, gritando em seus idiomas. Foi um momento de muito pânico, muita tensão. Só me preocupava em olhar para o meu filho, ver como ele estava, ele estava com uma aparência meio apática, sem entender. Ele não estava chorando, mas depois chorou, gritou bastante. A Patrícia mandou mensagem para a família já prevendo o pior que poderia acontecer. Eu comecei a pensar nas coisas que a gente vê na internet, de que um avião consegue voar apenas com um dos motores, então comecei a tentar tranquilizar minha família ‘vai dar tudo certo, esse avião consegue voar com um dos motores'”.


















