Presidentes de quatro das maiores centrais sindicais do país enviaram uma carta ao presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), defendendo a indicação de Paulinho da Força (Solidariedade-SP) como relator da proposta de emenda constitucional que acaba com a escala de trabalho 6×1.
“Trata-se de parlamentar cuja trajetória pública evidencia notável capacidade de diálogo, articulação e trânsito entre diferentes campos do Parlamento, lideranças partidárias e representações tanto do setor produtivo quanto do movimento sindical”, diz a carta, assinada por Miguel Torres, da Força Sindical, Ricardo Patah, da UGT (União Geral dos Trabalhadores), Antônio Neto, da CSB (Central de Sindicatos Brasileiros), e José Gozze, da Pública.
A maior central do país, a CUT (Central Única dos Trabalhadores), não subscreveu o documento, mas o Painel apurou que a entidade não se oporia à indicação de Paulinho.
Na semana passada, a proposta de emenda foi aprovada na Comissão de Constituição e Justiça, primeira etapa da tramitação.
Nesta sexta (24), foi criada a comissão especial, para tratar do mérito da proposta, cujo relator ainda precisa ser designado. As centrais têm defendido o nome de Paulinho por ele ser egresso do mundo sindical.
“Sua reconhecida experiência, aliada ao domínio técnico sobre a matéria, o credencia a desempenhar papel estratégico na construção das convergências necessárias, contribuindo para a formação de maioria qualificada e para o adequado encaminhamento de uma proposta de elevada relevância para o mundo do trabalho e para o desenvolvimento nacional”, diz a carta a Motta.
Outros nomes vêm sendo cogitados para a função, inclusive a manutenção do deputado Paulo Azi (União-BA), que foi o relator na CCJ.
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