Close Menu
  • Home
  • Notícias
  • Celebridades e TV
  • Economia
  • Saúde
  • Política
  • Moda
  • Tecnologia
  • Entretenimento
  • Esporte
  • Futebol
Facebook X (Twitter) Instagram
Facebook X (Twitter) Instagram Vimeo
portalnardelazuoz.com.br
Subscribe Login
  • Home
  • Notícias

    Bolsa inicia junho com queda de 0,91%, no menor nível desde janeiro

    junho 1, 2026

    Lula pede a Durigan que avalie possíveis prejuízos de medidas dos EUA

    junho 1, 2026

    Pernambuco registra segundo caso de ataque de tubarão em dois dias

    junho 1, 2026

    Guia em mandarim mostra oportunidades de investimentos no Brasil

    junho 1, 2026

    México acusa setores dos EUA de ingerência em assuntos internos

    junho 1, 2026
  • Celebridades e TV
  • Economia
  • Saúde
  • Política
  • Moda
  • Tecnologia
  • Entretenimento
  • Esporte
  • Futebol
portalnardelazuoz.com.br
  • Formulário de Contato
  • Sobre nós
  • Política de privacidade
Home » Estudo mapeia 13 perfis de jovens mais vulneráveis a desigualdades
Notícias

Estudo mapeia 13 perfis de jovens mais vulneráveis a desigualdades

RedaçãoBy Redaçãomaio 26, 2026Nenhum comentário5 Mins Read
Facebook Twitter Pinterest LinkedIn Tumblr WhatsApp VKontakte Email
Estudo mapeia 13 perfis de jovens mais vulneráveis a desigualdades
Share
Facebook Twitter LinkedIn Pinterest Email


Dificuldade de continuar os estudos, trabalhos informais, violência urbana e cyberbullying são alguns dos desafios enfrentados por jovens vulneráveis de diferentes grupos, segundo o estudo Juventudes Brasileiras Minorizadas, divulgado nesta terça-feira (26). 

O trabalho reúne 14 artigos produzidos por especialistas de diferentes áreas, além do relato de jovens que enfrentam a desigualdade no acesso a direitos. A publicação foi realizada pela Fundação Roberto Marinho, a Fundação Itaú – Itaú Educação e Trabalho, o Interdisciplinaridade e Evidências no Debate Educacional (Iede) e o Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef). 

A pesquisa reúne análises sobre 13 perfis de juventudes vulnerabilizadas e aponta que desigualdades estruturais de raça, renda, gênero e território seguem comprometendo o acesso a direitos básicos e oportunidades.

Entre os grupos analisados estão juventudes negras, indígenas, quilombolas, rurais, LGBTQIAPN+, jovens mães, pessoas com deficiência, adolescentes submetidos ao trabalho infantil e jovens refugiados.

 


Brasília (DF), 11/06/2025 - Combate ao trabalho infantil.
Foto: Ministério do trabalho/Divulgação
Brasília (DF), 11/06/2025 - Combate ao trabalho infantil.
Foto: Ministério do trabalho/Divulgação

Jovens regatados em situação de trabalho infantil. Ministério do Trabalho/Divulgação

Acesso à educação

Segundo dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) Contínua 2025 utilizados no estudo, o Brasil tem mais de 46,5 milhões de jovens entre 15 e 29 anos. Desse total, 7,9 milhões estão fora da escola sem concluir a educação básica: o equivalente a 17% da população jovem. Entre eles, sete em cada dez são negros.

A pesquisa aponta ainda que 11,9 milhões de jovens vivem em situação de pobreza. Entre os jovens em extrema pobreza, 74,9% são negros, e mulheres negras representam 40% da juventude pobre do país.

Para os pesquisadores, fatores como dificuldade de acesso à internet, longos deslocamentos, necessidade de conciliar estudo e trabalho e inserção precoce em ocupações precárias aprofundam desigualdades históricas. 

A superintendente de conhecimento da Fundação Roberto Marinho, Rosalina Soares, define que, ao escutar os jovens e reunir evidências sobre diferentes perfis de juventudes brasileiras, o trabalho busca contribuir para que políticas públicas sejam construídas considerando suas vozes.

“Por trás dos indicadores existem trajetórias reais, sonhos interrompidos e desafios cotidianos muitas vezes atravessados por desigualdades persistentes”.

Juventude rural

O estudo destaca que as desigualdades aparecem de forma ainda mais intensa entre jovens de territórios vulnerabilizados. 

Nas áreas rurais, por exemplo, 33% dos jovens estão fora da escola sem concluir a educação básica, percentual duas vezes maior do que o registrado nas áreas urbanas. A informalidade também atinge 69% das juventudes rurais, contra 41% dos jovens urbanos.

Entre indígenas, a taxa de analfabetismo é três vezes maior do que entre não indígenas. Além disso, apenas 42% dos jovens indígenas de 18 a 29 anos concluíram o ensino médio. 

Já entre quilombolas, apesar do crescimento das matrículas em escolas quilombolas, cerca de 30% dos estudantes apresentam atraso escolar.

Discriminação e violência

A publicação também chama atenção para os impactos da violência e da discriminação nas trajetórias educacionais e profissionais. 

Jovens negros são vítimas de violência urbana em proporção quatro vezes maior do que jovens brancos. No caso das juventudes LGBTQIAPN+, o estudo aponta que agressões verbais, físicas e casos de cyberbullying afetam diretamente a permanência escolar.

 


Rio de Janeiro (RJ) 17/11/2023 - Transexuais, travestis e apoiadores participam da segunda edição da Marcha Trans e Travesti, em mobilização por direitos, no centro da cidade. Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil
Rio de Janeiro (RJ) 17/11/2023 - Transexuais, travestis e apoiadores participam da segunda edição da Marcha Trans e Travesti, em mobilização por direitos, no centro da cidade. Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil

Transexuais, travestis e apoiadores participam da segunda edição da Marcha Trans e Travesti, em mobilização por direitos, no centro da cidade. Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil

Segundo a chefe de Educação do Unicef no Brasil, Mônica Dias Pinto, as desigualdades exigem políticas públicas articuladas para garantir permanência escolar e inclusão produtiva. 

“Quando olhamos para as juventudes no Brasil, fatores interseccionais como cor, raça e renda ajudam a explicar por que as oportunidades não chegam do mesmo jeito para todas e todos”, disse.

A relação entre escolaridade e inserção profissional também aparece entre jovens mães. Dados da Pesquisa Nacional de Saúde de 2019 mostram que, na faixa etária de 15 a 19 anos, 60,8% dos jovens com filhos estão fora da escola sem concluir os estudos.

 


Brasília (DF), 08/04/2026 - A indígena, Angélica Kalapalo, com seu filho no Acampamento Terra Livre - ATL 2026. Foto: Valter Campanato/Agência Brasil
Brasília (DF), 08/04/2026 - A indígena, Angélica Kalapalo, com seu filho no Acampamento Terra Livre - ATL 2026. Foto: Valter Campanato/Agência Brasil

A indígena Angélica Kalapalo com seu filho no Acampamento Terra Livre – ATL 2026. Foto: Valter Campanato/Agência Brasil

Em entrevista à Agência Brasil, a cantora e estudante de produção cultural Natália Araújo conta que participou da construção do estudo e compartilhou sua experiência como jovem mãe periférica e trabalhadora informal desde a adolescência: 

“Eu engravidei com 17 anos e tive meu filho aos 18. Trabalhei em três lugares durante a gravidez, isso é muito cotidiano nas periferias. Muitas vezes a gente naturaliza o trabalho infantil e a necessidade de trabalhar cedo, mas isso não deveria ser normal”, afirmou.


Rio de Janeiro (RJ), 26/05/2026 - FOTO DE ARQUIVO - A cantora e estudante de produção cultural Natália Araújo. Foto: Adriana Martins/Divulgação
Rio de Janeiro (RJ), 26/05/2026 - FOTO DE ARQUIVO - A cantora e estudante de produção cultural Natália Araújo. Foto: Adriana Martins/Divulgação

A cantora e estudante de produção cultural Natália Araújo. Foto: Adriana Martins/Divulgação – Adriana Martins/Divulgação

Natália destacou a importância de incluir jovens diretamente afetados pelas desigualdades na elaboração de pesquisas e políticas públicas: 

“Eu sou uma exceção, porque fui alcançada por projetos sociais e instituições que me deram oportunidades, mas isso não pode depender apenas de iniciativas isoladas’’, disse.

Trabalho infantil

A pesquisa também aponta que adolescentes submetidos ao trabalho infantil enfrentam maior exclusão escolar e dificuldades de aprendizagem. 

Em 2024, cerca de 1,6 milhão de crianças e adolescentes de 5 a 17 anos estavam em situação de trabalho infantil no Brasil, segundo a PNAD Contínua.

Para o diretor-fundador do Iede, Ernesto Martins Faria, o estudo amplia o olhar sobre juventudes que normalmente ficam invisíveis nas estatísticas tradicionais: 

“O Brasil tem desigualdades profundas, que criam obstáculos para diferentes grupos ao longo de suas trajetórias educacionais e de inserção no mercado de trabalho. Há uma diversidade de juventudes, com características específicas, que merece mais atenção, e este estudo é importante por dar visibilidade a 13 desses grupos”, afirmou.

Os organizadores defendem que o levantamento pode subsidiar a formulação de políticas públicas voltadas à permanência escolar, proteção social, combate às desigualdades e ampliação do acesso ao trabalho digno para jovens em situação de vulnerabilidade.


Relacionado

Share. Facebook Twitter Pinterest LinkedIn Tumblr WhatsApp Email
Previous ArticleExportações de alta tecnologia crescem, mas somam apenas 2,7% do total
Next Article NASA testa chip de IA revolucionário para missões espaciais autônomas
Redação
  • Website

Related Posts

Bolsa inicia junho com queda de 0,91%, no menor nível desde janeiro

junho 1, 2026

Lula pede a Durigan que avalie possíveis prejuízos de medidas dos EUA

junho 1, 2026

Pernambuco registra segundo caso de ataque de tubarão em dois dias

junho 1, 2026

Guia em mandarim mostra oportunidades de investimentos no Brasil

junho 1, 2026
Leave A Reply Cancel Reply

INVESTIGADOR DIGITAL 11 98806-4613
Top Posts

Check Out the Celebrities From the International Film Festival Awards 2023

janeiro 16, 2021

Harley Davidson: Bundle of Joy Crafted for Top Speed

janeiro 13, 2021
7.2

Review: 7 Future Fashion Trends Shaping the Future of Fashion

janeiro 15, 2021

Asimo Robot Unveils a New Tool For Simple Robot Programming

janeiro 14, 2021
Stay In Touch
  • Facebook
  • Twitter
  • Pinterest
  • Instagram
  • YouTube
  • WhatsApp
  • Telegram
Demo
  • Facebook
  • Twitter
  • Pinterest
  • Instagram
  • YouTube
  • WhatsApp
Sobre Nós
Sobre Nós

O Portal Nardel Azuoz nasce com o propósito de informar, inspirar e conectar pessoas por meio de conteúdos relevantes sobre lifestyle, tendências e atualidades. Nosso compromisso é entregar informação de qualidade, com uma abordagem moderna e acessível, pensada para quem busca estar sempre atualizado.

Our Picks

Estas cores de cerca deixam qualquer quintal com cara de chique, e essa mudança é bem mais simples do que você imagina

junho 1, 2026

Bolsa inicia junho com queda de 0,91%, no menor nível desde janeiro

junho 1, 2026

Lula pede a Durigan que avalie possíveis prejuízos de medidas dos EUA

junho 1, 2026
Most Popular

Check Out the Celebrities From the International Film Festival Awards 2023

janeiro 16, 2021

Harley Davidson: Bundle of Joy Crafted for Top Speed

janeiro 13, 2021
7.2

Review: 7 Future Fashion Trends Shaping the Future of Fashion

janeiro 15, 2021
Facebook X (Twitter) Instagram Pinterest
  • Formulário de Contato
  • Sobre nós
  • Política de privacidade
© 2026 I Portal Nardel Azuoz | Todos os direitos reservados. E-mail: redacao@redebcn.com.br

Type above and press Enter to search. Press Esc to cancel.

Sign In or Register

Welcome Back!

Login to your account below.

Lost password?