No despacho, o ministro cita a realização da nova fase da Operação Carbono Oculto, denominada Fluxo Oculto, e afirma que ela “sublinha, mais uma vez, a urgência da reestruturação dos sistemas de regulação e fiscalização”. Segundo ele, a necessidade de reforço envolve principalmente a CVM, mas também se estende a órgãos como Banco Central e Coaf.
