Conhecida entre os próprios integrantes das organizações como “taxa de guerra”, a cobrança é embutida no preço de mercadorias vendidas em áreas dominadas. O dinheiro obtido com a comercialização de produtos como farinha de trigo, frango assado, água, gás, hortifrúti e materiais de construção seria utilizado para manter a estrutura das facções e milícias, incluindo a compra de armas e equipamentos para defender territórios de invasões rivais ou de operações da polícia.

