A federação formada por União Brasil e PP, aprovada nesta quinta-feira (26) pelo TSE (Tribunal Superior Eleitoral), aposta alto no seu desempenho eleitoral.
A previsão é que os dois partidos, agora unidos, façam ao menos 11 senadores em outubro, e entre 112 e 120 deputados federais, além de 6 ou 7 governadores.
Com isso, a federação União Progressista poderá sair das urnas como o maior agrupamento partidário do país, desbancando PL e PSD.
A maior dúvida é sobre a eleição presidencial, em que as hipóteses são apoiar formalmente Flávio Bolsonaro (PL) ou não se coligar com nenhuma candidatura, deixando os estados para se posicionarem como preferirem.
O importante, diz um cacique, é não comprometer as perspectivas para a eleição legislativa. A decisão deve ficar para o meio do ano.
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