Segundo o ICMBio, quando foi encontrado, o animal estava preso a uma corrente e com a sua circulação limitada a um espaço muito reduzido. “Também demonstrava fortes sinais de humanização e muita proximidade às pessoas – o que não é natural de animais silvestres, que não apresentam este comportamento quando estão em vida livre na natureza. A humanização coloca a vida deles em risco por diversos motivos, dentre eles, a facilitação da aproximação de caçadores”, disse o instituto, em nota.



