A prefeita de Juiz de Fora, Margarida Salomão, anunciou o decreto de estado de calamidade pública na cidade, que enfrenta as consequências de chuvas históricas. Com um acumulado de 584 milímetros, o mês de fevereiro tornou-se o mais chuvoso já registrado no município mineiro, superando em mais de duas vezes a média esperada. Os temporais resultaram em 14 mortes.
Impacto Devastador e Cenário de Emergência
Margarida Salomão descreveu a situação como de 'toda a sorte de transtornos', incluindo 20 soterramentos, especialmente na região sudeste da cidade. As equipes de Corpo de Bombeiros e Defesa Civil estão mobilizadas na busca por sobreviventes. Além de bairros isolados, o Rio Paraibuna transbordou, caracterizando um evento igualmente histórico para a localidade.
Mobilização de Resgate e Medidas Preventivas
O Corpo de Bombeiros de Minas Gerais reportou mais de 40 chamadas emergenciais, envolvendo inundações, soterramentos, risco estrutural em encostas e bloqueio de vias, após o transbordamento do Rio Paraibuna. Em resposta à calamidade, as aulas em creches e escolas municipais foram suspensas, e os funcionários da prefeitura foram orientados a adotar o teletrabalho. A população é fortemente aconselhada a evitar deslocamentos desnecessários e permanecer em casa.

