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Marcelo Freixo lança livro e diz que não errou em 2022 – 04/04/2026 – Ilustríssima

Redação by Redação
abril 4, 2026
in Política
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Marcelo Freixo lança livro e diz que não errou em 2022 – 04/04/2026 – Ilustríssima
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Marcelo mal havia adormecido quando foi arrancado do sono pelo insistente toque do telefone. “Deram um tiro no Rê”, disse Guilherme, o irmão caçula, na madrugada de 25 de julho de 2006. Rê era Renato, o irmão do meio, baleado por milicianos na volta para casa.

A motivação, saberiam depois, foi o encerramento de um contrato em um condomínio na região oceânica de Niterói, onde Renato era síndico.

A bordo de um Fiat velho, os dois voaram em direção ao hospital Mário Monteiro, em busca de notícias. O irmão mais velho decidiu ir sozinho falar com os médicos e logo pressentiu as más notícias. “Não me diz que é ele que está aqui dentro”, implorou Marcelo quando a médica olhou para um saco ao lado dela. A mulher abriu o zíper em silêncio. Era ele. “Os tiros foram no peito e no braço”, explicou a médica. “Cinco.”

A cena faz parte da autobiografia lançada pelo ex-deputado Marcelo Freixo (PT), publicada pela editora Planeta, a primeira obra do autor, feita em coautoria com o jornalista Bruno Paes Manso. A morte de Renato, aos 34 anos, permeia as 272 páginas do livro, assim como a de Marielle Franco, amiga e parceira política, assassinada em março de 2018.

Conhecido pelo combate às milícias do Rio de Janeiro, Freixo serviu de inspiração para a criação do personagem Diogo Fraga no filme “Tropa de Elite 2: O Inimigo Agora É Outro”, lançado em 2010. A obra ajudou a projetar nacionalmente o deputado, que chegou a concorrer ao Governo do Rio pelo PSB em 2022, com boa votação, mas insuficiente para levá-lo ao segundo turno.

“Nesses quase 20 anos de amizade, eu nunca o tinha ouvido falar do assassinato de seu irmão Renato pela milícia da forma dolorosa e detalhada como ele faz aqui. Este livro é um relato íntimo e de interesse público”, escreve na apresentação do livro o ator Wagner Moura, protagonista de “Tropa de Elite”.

O nome do livro, “Viver É Perigoso”, é inspirado na famosa frase de Guimarães Rosa em “Grande Sertão: Veredas”. Ela é a senha do perigo concreto que Freixo apresenta em sua obra, um Rio que ele conhece como poucos, dominado por um crime armado, organizado e institucionalizado, que faz vítimas todos os dias, assim como fez na família do autor.

A obra traz uma profusão de nomes de pessoas, de bairros e histórias vividas em seus quase 59 anos. A seguir, trechos da entrevista concedida pelo autor na quinta-feira (2), um dia após deixar a presidência da Embratur para concorrer novamente a uma vaga na Câmara dos Deputados, agora pelo PT. O livro, diz, nada tem a ver com a disputa.

De acordo com uma contagem feita por IA, são citados 415 nomes próprios em sua obra. O sr. colocou o nome de todo mundo, ao que parece, menos os das pessoas que mataram seu irmão. Por quê?

Às vezes o silêncio é muito psicanalítico. O Wagner Moura escreve sobre isso, ele diz que a gente é amigo há 20 anos e eu nunca tinha falado sobre o meu irmão como eu falei no livro. E é verdade, porque a morte do meu irmão foi um marco muito duro na minha vida.

Eu não era deputado, isso foi em 2006, tem exatamente 20 anos. E ele é assassinado brutalmente, covardemente, por uma coisa banal. Isso é o Rio, as pessoas perdem a vida de forma banal. Aquilo foi algo muito profundo e, no livro, eu consigo colocar a profundidade das coisas.

Eu não quis que esse momento se perdesse em qualquer papel dessa autoria. Ficaria menor. Eu falo da equipe de segurança do prédio, eu digo quem foi, sem dar importância aos nomes, porque, no fundo, eu quis trabalhar com a grandeza que meu irmão teve na minha vida, não dividir isso com uma pessoa que não tem importância nenhuma para o mundo.

Meu irmão não é uma pessoa que se torna importante porque o fulano tirou a vida dele. Esse fulano não é nada. Não é nada.

O sr. começa o livro falando de Ronnie Lessa. Saiu do julgamento com a certeza de que aquilo que foi contado é realmente a verdade? Preencheu as dúvidas que o sr. tinha sobre o caso Marielle?

Esse não foi um caso simples, porque quem estava envolvido era gente muito poderosa. Eles ficaram durante cinco anos destruindo provas, e quem destruiu as provas é quem tinha que colher. O que a Delegacia de Homicídios fez naquela época… Não à toa o Rivaldo [Barbosa, delegado então responsável pelo caso no Rio] está condenado. Não por ser autor, mas pela obstrução.

Então não era um negócio que você mostrava uma prova e falava assim, ó, está aqui, foi isso que aconteceu. Isso era impossível no caso Marielle. Então quando o Ronnie Lessa diz que foram os irmãos [Domingos e Chiquinho] Brazão [condenados pelo Supremo Tribunal Federal como mandantes do crime em fevereiro], a gente chega pela primeira vez a uma engenharia de um crime organizado na política.

Era uma cúpula política muito poderosa e o Rivaldo, trabalhando para eles, era simplesmente o chefe da polícia. O relato do Ronnie Lessa vem com muitos elementos. Você não tem uma prova cabal, tem uma série de elementos que se somam na construção dessa história. Então, eu estava muito convencido dessa história desde o início.

Pessoas que eu conheço, incluindo delegados inimigos de Rivaldo Barbosa, não acreditam nessa versão. Dizem que ninguém contrataria, por exemplo, um assassino por R$ 25 milhões. E a tese de que mataram Marielle porque estava causando problemas não teria lastro, porque o sr. era o alvo inicial.

Vamos lá. Primeiro, não eram R$ 25 milhões para matar a Marielle. Na verdade, você tinha um empreendimento pra construir todo um plano imobiliário numa região, que dali nasceria uma milícia. Era um projeto que passava pela Câmara dos Vereadores, daí a Marielle.

Era um loteamento, e esse território interessava à família Brazão. Esse empreendimento depois acabou não saindo por um problema com a prefeitura, mas existia. Me matar não era simples, pelos cuidados que tomo, pela visibilidade. O Lessa diz isso no julgamento. Teria que ser sniper, não sei o que lá.

E aí eles vão para um alvo que eles consideravam… Aí entra uma série de elementos. O fato de ser mulher, o fato de ser negra, o fato de eles acharem que não ia ter repercussão nenhuma. Aí foi o grande erro deles.

Então, eu acho que tem provas. A delação do Lessa é uma peça central, mas ela é corroborada com uma série de outras provas materiais.

Mas a sua morte, nesse contexto, nada favoreceria esse empreendimento imobiliário, certo?

Qual é a leitura deles? Eu era a maior liderança de todo esse grupo político, era a maior pedra no sapato deles. Então, me tirar do cenário era uma vingança, por um lado, mas ao mesmo tempo criaria, sobre todos os outros, um medo muito grande. Como não dá para mim, quem é a pessoa mais ligada a mim?

No livro o sr. fala bastante de milícia, obviamente. Quando fala de Rio das Pedras, do capitão Adriano, dá a impressão de que a família Bolsonaro é, de alguma forma, pelas ligações, pelas homenagens e tudo mais, integrante dela também.

Em nenhum momento eu digo que eles são integrantes de milícia, porque seria leviano da minha parte. Não acho que eles são membros de milícia, mas, evidentemente, eles se alimentaram de toda essa cultura da milícia do Rio de Janeiro.

O que eu digo no livro é fato. A ex-mulher e a mãe do Adriano da Nóbrega [acusado de ser miliciano, morto em 2020] eram funcionárias do gabinete do Flávio Bolsonaro. Há quem diga que eram fantasmas, inclusive. Eu trabalhei com o Flávio Bolsonaro como deputado por 12 anos. Eu nunca as vi.

Então, eu não estou dizendo que eles são milicianos. Agora, que eles se alimentaram e que têm relações profundas, é fato. Quando eu apresentei o relatório da CPI [das Milícias na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro], o Jair Bolsonaro era deputado federal e ele deu uma entrevista dizendo que nem toda milícia era ruim. Ele diz isso.

O sr. falou do Flávio. No livro, conta que ele foi o único voto contrário ao projeto que colocava fim às revistas vexatórias nas prisões. Eu queria que o sr. falasse um pouco desse Flávio que o sr. conheceu e a possibilidade de ele ser presidente da República.

O mundo não dá volta, o mundo capota, mas o Flávio nunca imaginou que eles um dia chegassem a esse lugar.

Tanto é que eles foram muito descuidados com algumas coisas, porque nunca imaginaram que esse mundo fosse caminhar para que um representante como ele pudesse estar numa disputa nacional. Nem nós nem ele imaginávamos isso.

A família Bolsonaro fazia campanha com uma camisa com um retrato do Médici [um dos presidentes da ditadura militar] dizendo que era feliz e sabia. Eu cansei de encontrar na rua.

A gente teve um enfrentamento muito grande na CPI do tráfico de armas e munições, de que ele fez parte e eu presidi. Agora, é muito surpreendente eles virarem um projeto nacional, porque nunca tiveram um projeto nacional. Eles sempre representaram uma espécie de barbárie política, sempre saudosos da ditadura, sempre foram contrários a qualquer princípio da democracia, sempre.

Quando o sr. foi para a Embratur trabalhar com a Daniela do Waguinho [Daniela Carneiro, do Republicanos-RJ, ministra do Turismo do governo Lula de janeiro a julho de 2023], Eduardo Bolsonaro disse que o sr., ‘o PhD em milícia’, trabalharia com uma pessoa ligada à milícia. Não incomodou trabalhar com alguém com essa imagem?

Primeiro, a escolha de ministério é do presidente da República. E a Embratur não era um órgão dependente, vinculado. A Embratur é completamente independente, inclusive em termos orçamentários. É uma agência. Então já parte de um raciocínio que está errado.

Segundo, acho que a gente tem que tomar muito cuidado. Eu não conheço nenhuma investigação que coloque a deputada Daniela do Waguinho como miliciana. A Baixada Fluminense é muito complexa. Qualquer coisa que aconteça na Baixada Fluminense, tem que tomar muito cuidado.

Então, dizer que é miliciana, é baseado em quê? “Ah, mas a prefeitura tinha gente miliciana dentro.” É verdade. O prefeito foi o marido dela [Wagner Carneiro, prefeito de Belford Roxo de 2017 a 2024]. É verdade. Mas daí você conclui que ela é miliciana? Eu acho que é perigoso.

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Falando em nomeações do presidente. Considerando toda a sua experiência no combate às máfias, ao crime organizado, sua nomeação mais correta não seria na área da segurança em vez do turismo?

Primeiro que eu nunca deixei de atuar [nessa área]. Eu construí muita relação pessoal e política com os setores da segurança, então nunca deixei de contribuir, nunca deixei de ajudar.

Onde o presidente me colocasse, eu iria com prazer, porque eu acredito nesse governo, eu faço parte desse governo, eu tenho muita confiança que esse governo é fundamental para a democracia brasileira.

Agora, quando [Lula] me coloca no turismo, me surpreende muito. Não era a minha área. E ele dizia: “Eu preciso melhorar a imagem do Brasil, eu quero alguém que eu confie, e o primeiro ano do meu governo eu vou dedicar à imagem do Brasil”.

O que eu não esperava é que isso me aproximasse do meu tema de origem. Tenho todo um trabalho desenvolvido na Embratur que é turismo de base comunitária nas favelas, inclusive do Rio de Janeiro. A gente fez a rota do samba de Oswaldo Cruz e a rota do samba de Vila Isabel.

Achei que o turismo fosse me afastar do tema [da segurança], mas me aproximei dele. Todas as vezes em que eu entrei na favela pela segurança pública, pelos direitos humanos, ou foi para contar corpo ou foi para ouvir história trágica. Hoje entro para evitar que tenha um corpo. Então, eu não estou em outra área, eu estou na mesma, só que através de uma solução.

No seu livro, o sr. não apresenta nenhum ponto da sua vida de que tenha se arrependido. Parece nunca ter errado. Mas para muita gente foi um grande erro ter se filiado ao PSB para sair ao governo do Rio. Nem nisso considera ter errado?

O livro mostra várias dúvidas, várias inquietações, sim.

Sobre esse episódio específico, primeiro, toda a minha formação de juventude foi no PT. Eu sou muito justo com o PSOL [partido que integrou por 16 anos], apesar de a recíproca nem sempre ser verdadeira. Eu fui para o PSOL porque era um espaço importante que tinha sobrado no Rio de Janeiro, de reafirmar uma disputa da cidade. Mas isso foi antes da ascensão de uma extrema direita.

E o PSOL, com todo o respeito que eu tenho, na minha opinião, abriu mão de um projeto de poder. Quando não aceita fazer nenhuma aliança, quando não aceita fazer nenhum debate. Você vai disputar uma eleição para marcar posição ou você vai disputar uma eleição para, de fato, mudar aquele lugar?

Eu nunca quis marcar posição. Eu tenho muito respeito por isso, é legítimo, mas o pessoal foi caminhando para um lado que eu tinha muita dificuldade. Quando chega [a eleição de] 2022, eu já tinha saído do PSOL, porque eu não me via mais representado pela hegemonia do pensamento do partido.

Em 2022, o presidente Lula ia disputar uma eleição decisiva contra a reeleição do Bolsonaro e precisava ter um palanque no Rio de Janeiro. O nome mais forte no Rio naquele momento era o meu. Mas era um palanque do Lula, que para mim era a eleição mais importante.

E houve um convite. A gente precisava de um palanque forte, capaz de fazer aliança. Tinha que ser o mais amplo possível, tanto é que a gente foi do PSDB ao PSOL. O PSOL compôs essa aliança.

Essa era a minha missão em 2022, fazer o prejuízo no Rio de Janeiro ser menor, porque a gente sabia que era um Rio muito bolsonarista e miliciano naquele momento. Então ali, na minha avaliação, não teve erro. Porque se eu fosse para o PT, eu não seria o candidato, não faria essa aliança. E o único lugar possível era no PSB.

Por que o sr. ainda não conseguiu vencer uma eleição majoritária no Rio? O Rio o rejeita?

Eu sou, há muitos anos, um deputado federal muito bem votado. Cheguei a ser o deputado estadual mais votado no Brasil em 2014. Em 2018, fui o nono mais votado no Brasil para federal. Sempre tive mais de 300 mil votos no Rio.

Fui eleito a primeira vez com 13 mil votos. Depois fui eleito com 175 mil, depois com 350 mil. Não é uma votação de quem é rejeitado, né? É muito expressiva.

Agora, tem uma coisa no Rio que precisa ser entendida. Como eu fui uma expressão da esquerda muito forte de combate à extrema direita, tem uma máquina de fake news muito grande sobre mim. E essa máquina é o grande desafio da democracia.


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