O procurador-geral da República, Paulo Gonet, se manifestou pela concessão de prisão domiciliar para o general da reserva e ex-ministro Augusto Heleno, um dos militares de alta patente presos na ação da trama golpista.
Gonet defendeu que a prisão domiciliar fosse autorizada em caráter humanitário. “A manutenção do custodiado em prisão domiciliar é medida excepcional e proporcional à sua faixa etária e ao seu quadro de saúde, cuja gravidade foi devidamente comprovada, que poderá ser vulnerado caso mantido afastado de seu lar e do alcance das medidas obrigacionais e protecionistas que deverão ser efetivadas pelo Estado”, disse o PGR, na manifestação.
Heleno, 78, foi condenado a 21 anos de prisão pela trama golpista liderada por Bolsonaro após a derrota para o presidente Lula (PT) em 2022. General da reserva, ele foi levado para o Comando Militar do Planalto para cumprir a pena.
Ao ser preso, o ex-ministro do GSI (Gabinete de Segurança Institucional) de Jair Bolsonaro afirmou a uma equipe médica que sofre de doença de Alzheimer desde 2018.






















