Recém-aprovada, a fusão entre PSDB e Podemos vive uma disputa sobre quem comandará o novo partido.
O Podemos quer que sua presidente, Renata Abreu, comande também o novo arranjo, com o argumento de que a legenda tem mais deputados federais que os tucanos (15 a 13) e mais senadores (4 a 3).
Já o PSDB defende um rodízio entre os atuais comandos dos dois partidos, que se revezariam por um prazo a ser definido –de seis meses ou de um ano.
O impasse tende a ser resolvido mais adiante, uma vez que a fusão vai se concretizar apenas no segundo semestre.
Os dois partidos, que já aprovaram a junção em suas Executivas, precisam agora submetê-la a convenções e depois entrar com processo junto à Justiça Eleitoral.
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