Dirigentes do PT passaram a torcer, de forma discreta, pela candidatura ao governo de São Paulo de Kim Kataguiri (Missão). A esperança é que isso garanta a realização de um segundo turno no maior estado do país de Fernando Haddad contra Tarcísio de Freitas (Republicanos).
Pesquisa divulgada pelo Datafolha em 8 de março mostrou Kim, cujo partido foi recém-criado pelo MBL, com 5% das intenções de voto. Tarcísio marcou 44% e Fernando Haddad, 31%.
Além deles, Paulo Serra (PSDB) recebeu 5% e Felipe D’Avila (Novo), 3%. Mas nenhum deles deverá ser candidato, uma vez que seus partidos tendem a apoiar a reeleição do governador.
Kim, assim, seria a única terceira via de alguma relevância na eleição, o que poderia forçar a realização de um segundo turno.
A campanha de Lula conta com um palanque forte no segundo turno em São Paulo para ajudar na eleição presidencial contra Flávio Bolsonaro (PL).
Ao Painel, Kim ironizou a torcida por sua candidatura. “Fico lisonjeado”, disse. Ele afirmou que a decisão sobre candidatar-se a governador ou a mais um mandato de deputado federal só deve ser tomada em junho.
“Neste momento tenho gasto minhas energias com a construção das chapas do partido nos estados, e com o cargo de líder do Missão na Câmara, para o qual não conto com nenhuma estrutura na Casa”, diz.
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