Ora esfuziante como no baião “Vida virada” (Juliana Linhares, Josyara e Elisio Freitas, 2026) – cantado com a artista deitada no palco, de costas para a plateia, com as pernas para cima e a cabeça virada – e como no xote “Tanto buliço” (Juliana Linhares e Khrystal Saraiva, 2026), ora mais delicado como na balada “Tempos temporais” (Juliana Linhares e Juliano Holanda, 2026), ouvida em número introspectivo de voz, violão e sanfona, o canto de Juliana Linhares foi luz e sedução em cena, evidenciando requinte perceptível nos detalhes.


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