Maria Augusta perguntou como seria o amanhã em plena Ditadura, criou um estilo de leveza marcante nos anos de União da Ilha (escola que ajudou a transformar em grande), foi uma pensadora das escolas de samba, organismos tão importantes para a cultura popular, além da avenida. Possivelmente, a última romântica da festa.”
— Fábio Fabato, escritor e jornalista especializado em carnaval



















