Entre 2022 e 2024, mais de 4 mil casos de tuberculose foram identificados e tratados dentro das unidades. A doença, segundo a SMS, representa risco de contágio não apenas entre os presos, mas também para os profissionais do sistema penitenciário e seus familiares. Além disso, em 2024, as equipes registraram 3.242 casos de saúde mental, 1.450 de hipertensão, 495 de diabetes, 379 de HIV e 1.280 de sífilis, entre outros.



















