“Quando ele era vivo, morávamos numa outra casa. Mas, quando ele foi morto, me mudei. Parece que lá tinha a mão dele em todos os lugares. Eu tinha lembranças dele em todos os locais. Eu voltei lá algumas vezes para ver as coisas, e parecia que ele estava andando pela casa. Vinha lembranças dele de como estávamos vivendo. Quando eu saía para trabalhar, para fazer cabelo, ele ia junto comigo para pegar o trem. Aí, por isso eu saí de lá. Me mudei.”
