“Ele relata que buscou ajuda de terceiras pessoas, que orientaram ele a buscar troca da alimentação dessa criança. Entretanto, nós iremos comprovar isso documentalmente também, ele trabalhava o dia todo até tarde da noite em uma farmácia. Então, quem era responsável por alimentar a criança era a Karen e, quando questionava a Karen, ela falava ‘comeu, mas comeu pouco’. Friso que trata-se de uma situação gravíssima e nós também concordamos que a responsável pelo crime deve ser punida. Inclusive Karen, no interrogatório dela, ela afirma que ele nunca agrediu essa criança”, diz Perrone.















