Mérida (México) – Em busca de sua primeira grande campanha de simples na temporada 2025, Beatriz Haddad Maia ganhou a condição de cabeça 3 no WTA 500 de Mérida, que acontece sobre piso sintético e tem premiação de US$ 1 milhão.
Com isso, a canhota brasileira entrará diretamente nas oitavas de final e aguardará quem passar entre a neozelandesa Lulu Sun e a eslovaca Rebecca Sramkova.
A croata Donna Vekic é a primeira cabeça no eventual caminho de Bia, um encontro que já aconteceu três vezes, porém todos em 2017. A brasileira ganhou dois deles, em Tinajin e Praga, sendo superada no US Open.
O lado inferior da chave tem favoritismo da espanhola Paula Badosa, que espera a vencedora entre Jaqueline Cristian e Camila Osorio. A ucraniana Marta Kostyuk é a outra cabeça nesse quadrante. Bia tem uma vitória em três duelos contra Badosa, tendo perdido há quatro meses em Ningbo, e derrotou Kostyuk no único cruzamento entre elas, em 2023.
Número 16 do ranking no momento, Bia vem de duas derrotas consecutivas em primeira rodada, tanto em Doha como em Dubai, depois de ter passado por duas rodadas no Australian Open e parado também na estreia de Adelaide. Seus melhores resultados têm vindo em duplas, como a semi de Doha.
A parte de cima de chave tem como destaques Emma Navarro e Anna Kalinskaya, que também saem adiantadas e são amplas favoritas para eventual confronto com Maria Sakkari e Magdalena Frech.
Nenhuma brasileira se inscreveu para as duplas em Mérida, local onde Ingrid Martins foi campeã no ano passado. O torneio subiu de categoria, de 250 para 500. E também mudou de data no calendário da WTA. Sua última edição foi no final de outubro.























