O caso também reacendeu o debate sobre as câmeras corporais da PM paulista. As imagens foram registradas pelo sistema antigo, que gravava continuamente em modo de rotina, mesmo sem acionamento manual. No modelo atual, a gravação depende, em regra, do acionamento pelo próprio policial ou de ativação remota, o que, segundo especialistas, poderia impedir o registro de situações como a mostrada nas imagens.

