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“Estatisticamente, 20% dos tumores de próstata não manifestam alteração no PSA. E esses tumores, infelizmente, são os mais graves”, explicou Fábio Atz. Por isso, o médico reforça que o acompanhamento deve sempre incluir o exame físico, rápido e indolor, capaz de detectar alterações que o exame de sangue não mostra.
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