Entre 2022 e 2024, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou terapias comerciais de farmacêuticas estrangeiras, tornando o Brasil a principal referência na América Latina. Ainda assim, isso permaneceu restrito devido ao elevado custo, de até R$ 4 milhões por dose, e questões logísticas, com a exigência de envio de células para fabricação nos Estados Unidos ou na Europa, colocando em risco pacientes em estado grave.


Share.
Leave A Reply

Exit mobile version