Enquanto Donald Trump aterroriza os estrangeiros, a China anunciou que não pedirá vistos para visitantes por um período máximo de 30 dias.
A China deixou de ser a nação mais fechada do mundo e os Estados Unidos deixaram de ser o país mais aberto do mundo.
Crise do capitalismo
Num sinal de que algo está acontecendo com o capitalismo, a Saks Global, controladora das lojas de departamento Saks Fifth Avenue, Bergdorf Goodman e Neiman Marcus, foi à garra.
As três atendiam uma clientela que cobria aquela parte da humanidade que vai às compras disposta a torrar mil dólares numa tarde.
A Bergdorf é chique e a Saks é um templo do consumo. As causas do declínio podem ter várias explicações, mas um sinal é indiscutível: uma holding controlando empresas tão diferentes é uma aposta no fracasso.
A Saks encantou o mundo colocando aquecedores debaixo de suas calçadas.
Nenhuma das três teve o charme da Tiffany, nem Audrey Hepburn contemplando sua vitrine. Ela hoje é parte do conglomerado Louis Vuitton.
No século 19, quando os vidros de Charles Tiffany eram o sonho do consumo dos ricaços, Louis Vuitton era um talentoso maleiro francês, encarregado de arrumar as roupas da mulher de Napoleão 3º nas bagagens imperiais.
Hoje, a marca Louis Vuitton é controlada por outro conglomerado.
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