“Acaba sendo um padrão estabelecido de uma demora da comunicação da ocorrência, quando se chega ao local, a cena do crime não necessariamente está preservada, a gente nunca sabe como é feita essa avaliação inicial. Em algumas ocorrências, a arma que supostamente estaria com a pessoa que foi alvejada não estava na cena do crime, estava numa viatura da polícia”, disse o promotor Aluisio Maciel Neto, responsável pelo relatório.


