Neymar já teve o nome ligado ao Chelsea em diferentes momentos de sua carreira. Embora nunca tenha vestido a camisa azul, não é exagero dizer que o astro está presente no atual elenco dos Blues, como deixou claro o trio brasileiro formado por Estêvão, João Pedro e Andrey Santos.

Os três foram entrevistados por Gilberto Silva em mais uma temporada do “Encontros Premier League“, que estreia às 0h (horário de Brasília) de sábado (2) para domingo na ESPN e também disponível no Disney+, e não esconderam a admiração que mantêm pelo jogador do Santos.

O pentacampeão e ídolo do Arsenal passou um dia com os jovens em Londres e, em um almoço descontraído em um restaurante brasileiro na capital inglesa, ouviu a mesma resposta, unânime, quando perguntou quem eram os ídolos de Estêvão, João Pedro e Andrey.

“O Ney, não tem como”, responderam os três, em uníssono. “Não tem como, sem dúvidas”, complementou Estêvão, em entrevista, vale ressaltar, gravada antes da grave lesão muscular sofrida pelo atacante – que virou dúvida para a Copa do Mundo com a Seleção Brasileira.

Ao responderem o que veem de especial em Neymar, cada um do trio do Chelsea deu sua visão. “As memórias de quando eu era criança”, começou João Pedro. “Tudo que ele fez no futebol, o jeito que ele jogava”, complementou Estêvão. “Cresci assistindo ele. Difícil explicar”, disse Andrey.

Estêvão revelou, inclusive, que, quando jovem, replicava no chuveiro o famoso cabelo moicano que virou marca registrada de Neymar em seu surgimento no Santos.

Os três confessaram viver a expectativa de poder atuar ao lado de Neymar na Copa do Mundo de 2026. Curiosamente, o trio tinha presença bem mais certa na lista final de Carlo Ancelotti do que o próprio camisa 10 do Santos, ainda que agora a lesão tenha alterado a situação de Estêvão.

A melhor explicação para a idolatria unânime de Neymar com os brasileiros que hoje brilham na Premier League foi dada por João Pedro, o mais velho do trio, com apenas 24 anos.

“Claro que tem jogadores de outra época, Ronaldo, Romário, ídolos também, conquistaram grandes coisas pelo Brasil, pelos clubes de vocês. Mas é uma questão daquela memória fresca, olhar para trás e falar: caraca, via o Neymar no Santos, fazia o mesmo cabelo que ele, queria ter a mesma chuteira que ele… Por isso que nossa geração tem tão claro que é ele”, iniciou o atacante.

“Ainda não tive a oportunidade de jogar com ele, mas, quando tiver essa oportunidade, vai ser uma memória inesquecível”, encerrou, projetando o encontro na Seleção.


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