A mudança acontece na mesma semana em que a Polícia Federal (PF) rejeitou a proposta de delação premiada apresentada pelo banqueiro. Apesar de a Procuradoria-Geral da República ter mantido as negociações em andamento, cresce, nos bastidores, a avaliação de que um eventual acordo chancelado pela gestão de Paulo Gonet seria visto como um “vexame” e teria dificuldade para passar pelo crivo do ministro André Mendonça, relator do caso no Supremo Tribunal Federal (STF).


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