Close Menu
portalnardelazuoz.com.brportalnardelazuoz.com.br
  • Home
  • Notícias
  • Celebridades e TV
  • Economia
  • Saúde
  • Política
  • Moda
  • Tecnologia
  • Entretenimento
  • Esporte
  • Futebol
Facebook X (Twitter) Instagram
Facebook X (Twitter) Instagram Vimeo
portalnardelazuoz.com.brportalnardelazuoz.com.br
Subscribe Login
  • Home
  • Notícias

    governo Lula intensifica conversas com União Europeia

    junho 7, 2026

    Quem vai ganhar a Copa do Mundo? Confira as projeções do mercado financeiro

    junho 7, 2026

    Confira o resultado sorteado neste sábado (06)

    junho 7, 2026

    Confira o resultado sorteado neste sábado (06)

    junho 7, 2026

    São Paulo: Caminhada de Mulheres Lésbicas e Bissexuais Denuncia Violência e Exige Justiça

    junho 7, 2026
  • Celebridades e TV
  • Economia
  • Saúde
  • Política
  • Moda
  • Tecnologia
  • Entretenimento
  • Esporte
  • Futebol
portalnardelazuoz.com.brportalnardelazuoz.com.br
  • Formulário de Contato
  • Sobre nós
  • Política de privacidade
Home » Desemprego entre mulheres negras jovens chega a 24,7%, aponta estudo
Notícias

Desemprego entre mulheres negras jovens chega a 24,7%, aponta estudo

RedaçãoBy Redaçãojunho 5, 2026Nenhum comentário4 Mins Read
Facebook Twitter Pinterest LinkedIn Tumblr WhatsApp VKontakte Email
Desemprego entre mulheres negras jovens chega a 24,7%, aponta estudo
Share
Facebook Twitter LinkedIn Pinterest Email


Apesar de avanços recentes no mercado de trabalho, com queda nos índices de desemprego e resultados positivos no aumento da renda dos trabalhadores, as mulheres negras jovens continuam registrando os piores resultados em indicadores como taxa de desocupação, informalidade, desalento e rendimento.

O resultado faz parte de um relatório da Rede Multiatores MUDE com Elas, elaborado pelo Centro de Estudos das Relações de Trabalho e Desigualdades (Ceert), a partir de dados da PNAD Contínua 2025, pesquisa do IBGE que analisa o mercado de trabalho no país. 

Segundo o levantamento, mesmo com melhorias em índices de educação formal e renda, ainda existem desigualdades estruturais no mercado de trabalho brasileiro para mulheres com idades entre 14 e 29 anos.  

Entre os 14 e os 17 anos, a taxa de desocupação de mulheres negras chega a 24,7%, índice 1,4 vez superior à dos homens brancos da mesma faixa etária. Na faixa de 18 a 24 anos, apontada pelos pesquisadores como momento-chave de transição entre escola e trabalho, a desigualdade se intensifica para uma desocupação de 16,5% para elas, 1,6 vez maior do que a dos homens brancos.

O segmento posterior, entre 25 e 29 anos, tem uma taxa de desocupação de mulheres negras de 10,3%, quase o dobro da observada entre mulheres brancas e 2,8 vezes a dos homens brancos.

“O mercado de trabalho melhorou, mas não melhorou de forma igual para todas as pessoas. Isso evidencia que o problema não está apenas no acesso à educação, mas também nos mecanismos estruturais de exclusão que continuam operando no mercado de trabalho e na sociedade brasileira. Envolvem racismo estrutural, segregação territorial, desigualdade no acesso às redes de oportunidade, discriminação nos processos de contratação e promoção, além da sobrecarga histórica do trabalho de cuidado”, aponta a coordenadora da Rede Multiatores pelo Ceert, Shirley Santos.

A pesquisadora destaca que o território também influencia diretamente as oportunidades, pois moradoras de regiões periféricas enfrentam maiores obstáculos relacionados à mobilidade urbana, acesso à infraestrutura, qualidade dos serviços públicos e redes profissionais.

Renda e trabalho formal

A diferença também se reflete na renda e no acesso ao trabalho formal. Em 2025, o rendimento médio das mulheres negras correspondeu a apenas 46,5% do rendimento dos homens brancos, uma diferença de 53,5% que permanece praticamente inalterada nos últimos anos.

A informalidade entre jovens negras é de 39,1%, cerca de 10% acima da registrada entre jovens brancas. O único segmento mais fragilizado nesse indicador é o dos jovens homens negros, para os quais esse índice chega a 44,2%.

As dificuldades se refletem no desalento, que é a condição de quem desiste de procurar trabalho. As mulheres negras são 38,7% dos jovens desalentados do país, enquanto os homens negros somam 36,1%. Na faixa de 25 a 29 anos, a participação das mulheres negras atinge 44,2%.

Quando a análise recai somente sobre a Região Metropolitana de São Paulo, a desigualdade se repete: jovens mulheres negras recebem, em média, R$ 2.236, enquanto homens brancos chegam a R$ 3.926. Entre 25 e 29 anos, a desigualdade aumenta, com rendimentos de R$ 2.569 para mulheres negras e R$ 5.323 para homens brancos.

“Os microdados permitem observar parte dessas desigualdades quando cruzamos raça, gênero, renda, escolaridade e território. Mas a experiência acumulada pelas organizações da sociedade civil também é fundamental para compreender dimensões que muitas vezes os dados quantitativos não conseguem capturar integralmente, como os mecanismos subjetivos de exclusão e os impactos cotidianos do racismo institucional”, complementa Shirley.

Políticas públicas além das cotas

Segundo o estudo, embora sejam importantes para a redução das desigualdades, as cotas raciais não são suficientes para resolver os problemas no ritmo que essas populações precisam. 

Para Shirley, o estudo evidencia que políticas estruturantes são fundamentais, focadas em garantir permanência, mobilidade social, proteção social e acesso a posições de decisão e liderança.

Segundo a pesquisadora, entre as experiências que apresentam resultados positivos estão: 

  • Políticas de cotas raciais e sociais no ensino superior e concursos públicos;
  • Programas de permanência estudantil; 
  • Ampliação do acesso à creche e políticas de cuidado; 
  • Programas de qualificação profissional voltados à juventude negra;
  • Metas de diversidade e inclusão no setor privado; 
  • Fortalecimento da educação para as relações étnico-raciais; 
  • Políticas territoriais para periferias urbanas; 
  • Incentivos à formalização do trabalho e 
  • Programas de transferência de renda articulados à inclusão produtiva

Políticas públicas de reparação e mecanismos de financiamento voltados para melhoria desse tipo de ação também são caminhos importantes, segundo a coordenadora. 

“O enfrentamento das desigualdades raciais exige investimento público, compromisso institucional e participação social. Uma transição justa — seja no mercado de trabalho, na educação ou na agenda climática — só será efetiva se enfrentar as desigualdades estruturais que organizam a sociedade brasileira”, reflete Shirley Santos.


Relacionado

Share. Facebook Twitter Pinterest LinkedIn Tumblr WhatsApp Email
Previous Articlepara que serve a função de pré-aquecimento do forno e por que ignorá-la arruína as receitas?
Next Article Autoridades do Japão intensificam ‘intervenção verbal’ para sustentar iene
Redação
  • Website

Related Posts

governo Lula intensifica conversas com União Europeia

junho 7, 2026

Quem vai ganhar a Copa do Mundo? Confira as projeções do mercado financeiro

junho 7, 2026

Confira o resultado sorteado neste sábado (06)

junho 7, 2026

Confira o resultado sorteado neste sábado (06)

junho 7, 2026
Leave A Reply Cancel Reply

INVESTIGADOR DIGITAL 11 98806-4613
Top Posts

Check Out the Celebrities From the International Film Festival Awards 2023

janeiro 16, 2021

Harley Davidson: Bundle of Joy Crafted for Top Speed

janeiro 13, 2021
7.2

Review: 7 Future Fashion Trends Shaping the Future of Fashion

janeiro 15, 2021

Asimo Robot Unveils a New Tool For Simple Robot Programming

janeiro 14, 2021
Stay In Touch
  • Facebook
  • Twitter
  • Pinterest
  • Instagram
  • YouTube
  • WhatsApp
  • Telegram
Demo
  • Facebook
  • Twitter
  • Pinterest
  • Instagram
  • YouTube
  • WhatsApp
Sobre Nós
Sobre Nós

O Portal Nardel Azuoz nasce com o propósito de informar, inspirar e conectar pessoas por meio de conteúdos relevantes sobre lifestyle, tendências e atualidades. Nosso compromisso é entregar informação de qualidade, com uma abordagem moderna e acessível, pensada para quem busca estar sempre atualizado.

Our Picks

Klimt e Gaudí: mostra que já atraiu 5 milhões de pessoas chega ao Rio | G1

junho 7, 2026

João Bosco e Vinícius recebem Gusttavo Lima e palco ‘pega fogo’ | G1

junho 7, 2026

Qual a diferença entre farinha de trigo comum e farinha de trigo especial na hora de fazer pão?

junho 7, 2026
Most Popular

Check Out the Celebrities From the International Film Festival Awards 2023

janeiro 16, 2021

Harley Davidson: Bundle of Joy Crafted for Top Speed

janeiro 13, 2021
7.2

Review: 7 Future Fashion Trends Shaping the Future of Fashion

janeiro 15, 2021
Facebook X (Twitter) Instagram Pinterest
  • Formulário de Contato
  • Sobre nós
  • Política de privacidade
© 2026 I Portal Nardel Azuoz | Todos os direitos reservados. E-mail: redacao@redebcn.com.br

Type above and press Enter to search. Press Esc to cancel.

Sign In or Register

Welcome Back!

Login to your account below.

Lost password?