
Tomar antibiótico costuma ser necessário em muitos momentos – infecções bacterianas, por exemplo, exigem esse tipo de tratamento.
O problema é que, junto com as bactérias causadoras da doença, o medicamento também afeta aquelas que fazem bem ao nosso organismo. É por isso que o uso de probiótico pós antibiótico vem sendo cada vez mais recomendado.
Como o antibiótico age no nosso corpo
Os antibióticos são medicamentos desenvolvidos para eliminar bactérias causadoras de infecções. Eles são extremamente eficazes, mas existe um detalhe importante: eles não conseguem diferenciar bactérias “boas” das “ruins”.
Segundo a National Institutes of Health, o uso de antibióticos pode alterar significativamente a microbiota intestinal, reduzindo a diversidade de bactérias benéficas.
Na prática, isso pode gerar alguns efeitos:
desequilíbrio da flora intestinal;
diarreia associada ao uso de antibióticos;
sensação de inchaço ou desconforto abdominal;
redução da imunidade intestinal.
De acordo com Eliane Messias Rodrigues, farmacêutica responsável Drogal, esse impacto pode acontecer mesmo em tratamentos curtos. “Em alguns casos, o organismo demora dias, ou até semanas, para se recuperar sozinho”, diz.
Devemos usar o probiótico pós antibiótico?
Crédito: Divulgação
O que é o probiótico e por que utilizá-lo pós antibiótico?
Os probióticos são microrganismos vivos que, quando consumidos em quantidades adequadas, trazem benefícios à saúde. Eles ajudam a restaurar o equilíbrio da microbiota intestinal, especialmente após situações que causam desequilíbrio, como o uso de antibióticos.
Ou seja, o uso de probiótico pós antibiótico faz sentido porque atua diretamente na reposição dessas bactérias benéficas.
Na prática, isso significa ajudar o corpo a voltar ao seu funcionamento normal mais rapidamente.
Entre as opções mais conhecidas no Brasil está o Repoflor, que contém leveduras probióticas e costuma ser indicado em situações de desequilíbrio intestinal.
Outro exemplo bastante utilizado é o Floratil, que também atua na recomposição da flora intestinal e pode ser indicado após o uso de antibióticos.
Benefícios do probiótico
O uso de probiótico pós antibiótico ajuda na reposição da microbiota e pode auxiliar o organismo a se recuperar de forma mais rápida.
1. Redução da diarreia associada ao antibiótico
Esse é um dos benefícios mais conhecidos. O uso de probióticos pode reduzir significativamente o risco de diarreia causada por antibióticos.
2. Reequilíbrio da microbiota intestinal
Após o uso de antibióticos, a flora intestinal fica desorganizada. O probiótico atua justamente restaurando esse equilíbrio.
Isso contribui para:
melhor digestão;
redução de gases;
funcionamento intestinal mais regular.
O uso de probiótico pós antibiótico é uma forma de acelerar esse processo natural do corpo.
3. Fortalecimento do sistema imunológico
A microbiota intestinal está diretamente ligada ao sistema imunológico. Quando ela está equilibrada, o corpo responde melhor a agentes externos.
4. Melhora do conforto intestinal
Após o uso de antibióticos, é comum sentir:
estufamento;
desconforto abdominal;
alterações no ritmo intestinal.
O uso de probióticos pode ajudar a reduzir esses sintomas e trazer mais conforto no dia a dia.
Em casos de prisão de ventre, casos, o Tamarine também pode ser utilizado para auxiliar o funcionamento intestinal, especialmente quando há constipação associada ao desequilíbrio da flora, mas sua indicação deve ser avaliada com o médico.
5. Recuperação mais rápida do organismo
No geral, o uso de probiótico pós antibiótico ajuda o corpo a voltar ao seu estado de equilíbrio com mais rapidez. Isso significa menos efeitos colaterais, melhor adaptação após o tratamento e, claro, maior bem-estar.
Busque maior bem-estar com o probiótico
O uso de antibióticos continua sendo essencial em diversas situações, mas seus efeitos no organismo vão além do combate à infecção.
O mais importante é entender que o intestino também precisa de atenção após o uso do medicamento.
Para buscar qual é o melhor probiótico pós antibiótico para você, não esqueça que a orientação de um profissional de saúde faz toda a diferença para escolher a melhor abordagem em cada caso.
Eliane Messias Rodrigues, farmacêutica responsável Drogal. CRF/SP 43.895
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