Há 32 anos, o mundo do automobilismo parava diante de uma das maiores tragédias da história da Fórmula 1. Naquele 1º de maio de 1994, Ayrton Senna dava suas últimas voltas no circuito de Autódromo Enzo e Dino Ferrari quando, na sétima volta, perdeu o controle de sua Williams na curva Tamburello e atingiu o muro de concreto a cerca de 218 km/h. O brasileiro, então com 34 anos, não resistiu aos ferimentos.
Mais de três décadas depois, a memória de um dos maiores pilotos da história segue viva dentro e fora das pistas. Neste aniversário de sua morte, a Fórmula 1 e equipes que fizeram parte de sua trajetória prestaram homenagens ao tricampeão mundial.
“Sempre em nossos pensamentos. Lembrando de Ayrton Senna hoje e todos os dias”, publicou o perfil oficial da categoria.
A McLaren, equipe pela qual Senna conquistou seus três títulos mundiais, resgatou uma de suas frases mais conhecidas sobre excelência e dedicação: “Ao falar sobre desempenho, comprometimento, esforço e dedicação, não existe meio-termo. Ou você faz algo muito bem feito ou não faz”. A publicação foi acompanhada de uma mensagem direta: “Hoje lembramos de Ayrton Senna”.
A Williams, última equipe defendida pelo brasileiro, também se manifestou de forma direta e simbólica: “Senna sempre”.
No Autódromo de Interlagos, onde construiu parte de sua conexão mais profunda com o público, a homenagem ganhou forma nas arquibancadas e no asfalto.
Milhares de torcedores participaram de uma ação que abriu o circuito ao público, permitindo que fãs percorressem o traçado em um gesto coletivo de reverência. Ao som do tema que eternizou suas vitórias, o ambiente foi tomado por emoção, enquanto uma exposição reuniu itens, imagens e registros históricos da carreira do tricampeão.
Senna venceu em Interlagos em duas ocasiões marcantes — 1991 e 1993 —, ambas carregadas de características que definiram sua trajetória.
