O documento, ao qual o g1 e a TV TEM tiveram acesso, mostra as afirmações feitas pelo diretor do Saae, Glauco Fogaça. Em uma reunião no MP, ele afirma que o local citado pela reportagem se trata de área de ocupação irregular, e que é do conhecimento da autarquia de saneamento a existência de um “poço de visita” e um encanamento desembocando no leito do rio, instalados pelo próprio Saae.


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