“Ele ficou solto o dia inteiro, brincando. Por volta das 19h30, ela [a funcionária] foi dormir. No outro dia, às 6h, encontrou ele deitadinho com sinais de mal súbito, por conta de não ter aguentado a situação dos fogos com barulho. Foi uma tragédia, porque ele não tinha doença, não era velhinho. Eu planejava muitas coisas ainda com ele”.
