“Essa espécie vive na orla do Rio. Provavelmente, esse peixe já estava morto, endureceu, e o rapaz pisou. Geralmente, as pessoas pisam em bagres. Então, quando a pessoa pisa nesses animais, é preciso que elas procurem um atendimento médico porque aquele local pode infecionar, já que o espinho pode quebrar lá dentro e inflamar. É preciso limpar a ferida e ficar de olho para não ter algum outro problema — com uma infecção secundária”, afirmou.

