Repetindo o cenário que armou para seu desfile em Nova York em outubro passado (cabines bicolores construídas na mesma elegância que tudo que leva a marca Giorgio Armani), ele exibe uma coleção que bebe de referências ao Oriente, tema ao qual ele recorreu frequentemente ao longo dessas décadas, e se finaliza com uma série mais festiva de vestidos levíssimos carregados de bordados intrincados – e usados com sapatos sem saltos, é claro, propositalmente pensados para que o caminhar seja mais seguro, pois a elegância Armani também vem da confiança com a qual a mulher transita.




















