Os criminosos usavam credenciais de advogados roubadas para acessar processos e extorquir vítimas com cobranças falsas. A polícia constatou que o golpe era aplicado no DF, São Paulo, Minas Gerais, Bahia, Rio de Janeiro, Espírito Santo, Pernambuco, Acre, Alagoas, Ceará e Roraima.

















