O presidente do comitê de acompanhamento da ADPF 635, Antônio Edílio Magalhães, explicou que o plano será formulado pelo governo estadual e pela Prefeitura do Rio e submetido ao Supremo. “Acho que o momento é de União, união de esforços. É preciso haver um ponto de inflexão, ela não é possível mais conviver com essa realidade. Espaços urbanos em completa desordem dominados pela criminalidade organizada, violência praticada contra as populações mais carentes em geral”, afirmou.

