“A imunoterapia não é a cura, mas para a qualidade de vida do paciente está sendo perfeita. E aí, quando a gente recebeu a notícia que perdemos em primeira instância, foi bem frustrante. Agora recorremos às instâncias superiores, porém o processo, agora que foi designado para uma desembargadora de São Paulo julgar. Alguns colegas me falaram: ‘vamos fazer vaquinha, vamos tentar essa medicação'”, explicou Giovanni.


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