O aumento dos custos logísticos internacionais, aliado à volatilidade cambial e à desaceleração de alguns setores importadores, além dos problemas com tarifas impostas ao Brasil, tem pressionado significativamente o caixa das empresas brasileiras. O reflexo foi imediato e pode ser observado em múltiplas frentes: mais atrasos no pagamento de fretes internacionais, divergências sobre cobranças de sobre-estadia como demurrage e detention, pendências em serviços de terminais, armazenagem e THC, além de conflitos comerciais com agentes e NVOCCs.

