Quando a refinaria foi interditada, o procurador-geral do Estado, Renan Miguel Saad, chegou a se manifestar na Justiça para defender a reabertura da Refit. Na manifestação, sustentou que a paralisação causaria “relevante prejuízo” ao Estado, alegando que a empresa deixaria de pagar parcelas do acordo de recuperação de sua dívida tributária e que isso poderia comprometer cerca de R$ 1 bilhão em créditos previstos para os cofres estaduais.


