
Frederick Wassef, advogado de Bolsonaro, teve celulares apreendidos em investigação sobre venda de joias
Dida Sampaio/Estadão Conteúdo
O ex-advogado da família do presidente Jair Bolsonaro, Frederick Wassef, foi condenado por injúria racial nesta quarta-feira (17).
Decisão determina que ele cumpra 1 ano e 9 meses de detenção e pague uma multa.
De acordo com a sentença, em novembro de 2020, Wassef chamou uma funcionária de uma pizzaria de “macaca”.
“Sem dúvida, algumas expressões carregam em si um significado ofensivo inequívoco. A expressão “macaca” – tão bem retratada na prova oral – carrega intenso desprezo e escárnio. A palavra proferida é suficiente para retratar a intenção lesiva do réu”, aponta a decisão.
Durante o processo, Wassef negou todas as ofensas. Segundo a decisão, ele afirmou que os fatos foram “tecido numa engenharia criminosa orquestrada por diversos indivíduos com interesses pessoais e políticos em prejudicá-lo”.
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