Em 2023, primeiro ano após a mudança na lei e com a flexibilização pós-pandemia da Covid-19, ambos os procedimentos cresceram. As vasectomias atingiram o maior número da série histórica, com 829 cirurgias, enquanto as laqueaduras saltaram para 574. No ano seguinte, porém, o cenário mudou, e as esterilizações femininas passaram a ser maioria.


