Cinco anos após a aprovação de uma lei estadual no Rio de Janeiro que acabou com a obrigatoriedade de fornecimento de sacolas plásticas pelo varejo, cerca de 16 bilhões de unidades deixaram de ser produzidas. A estimativa é da Asserj, associação que reúne os supermercados do estado.
Autor do projeto, o deputado estadual Carlos Minc (PSB) argumentou que as sacolas s entupiam rios e canais, provocavam inundações e asfixiavam golfinhos e tartarugas. A lei agora exige que sejam reutilizáveis e de materiais renováveis.
Antes da entrada em vigor da nova norma, de 2019, os supermercados do estado do Rio de Janeiro distribuíam aproximadamente 4 bilhões de sacolas plásticas por ano.
A estimativa é que desde a implementação da legislação, o consumo das sacolas tenha sido reduzido em cerca de 80%.
Como cada sacola plástica convencional possui em média entre 10 e 12 gramas de material, o cálculo é que 81,6 mil toneladas de plástico deixaram de ser descartadas no meio ambiente.
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