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Mas parabéns, mais firmemente, a presidente do Palmeiras merece pela atuação no caso Luighi. Primeiro por ter telefonado e confortado a vítima de racismo.
Depois, por ter cobrado ações de CBF, Conmebol e Fifa. De um jeito mambembe, as três entidades se posicionaram.
Leila foi mais firme do que a maioria dos dirigentes. Foi bem!
Não se deve apoiar na estupidez de a legislação paraguaia não tratar racismo como crime. O Paraguai é país integrante da ONU e, portanto, assinou a Declaração Universal dos Direitos Humanos.
Em seu artigo 2, afirma que todo ser humano tem capacidade para gozar os direitos e liberdades estabelecidos na Declaração, sem distinção de raça, cor, religião, língua, opinião política ou outra natureza…
Ainda que muitas pessoas e países se esqueçam.
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