A ala lulista do MDB diz que o manifesto divulgado por 16 diretórios estaduais do partido defendendo a neutralidade na eleição presidencial não é necessariamente o fim da linha para uma possível coligação com o atual presidente.
Como antecipou a Folha, o documento se coloca contra o apoio à reeleição de Lula. Ele inclui as assinaturas de caciques de estados importantes, como São Paulo, Minas Gerais, Goiás e Rio Grande do Sul.
Para uma liderança do partido que apoia o governo, a decisão só vai ser confirmada na convenção eleitoral, em julho ou agosto.
Para esta fonte, a orientação depende do real interesse de Lula em contar com o MDB na vaga de vice e que tipo de gesto estaria disposto a fazer ao partido. Isso seria suficiente para convencer delegados, que são os que decidem na convenção.
A tendência favorável a Lula é forte sobretudo nos estados do Nordeste e no Pará. Os dois nomes que são mais citados para serem companheiros de chapa do presidente são o governador do Pará, Helder Barbalho, e o ministro dos Transportes, Renan Filho.
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