“A polícia fez mais operações policiais no tempo da ADPF, mas a letalidade diminuiu, mas – ao mesmo tempo – a gente vê que o uso de câmeras, que ter ambulância, o policial estar identificado, não virou ainda uma prática, infelizmente, das polícias aqui no Rio de Janeiro. O que a gente está justamente pedindo na ADPF é que haja um controle sobre a atividade da polícia assim. Um controle da sociedade”, afirmou Eliana Souza Silva, diretora da ONG Redes da Maré.


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